sexta-feira, 23 de junho de 2017

TECNOLOGIAS COMO RECURSO DE INCENTIVO AO APRENDIZADO ESCOLAR

TECNOLOGIAS COMO RECURSO DE INCENTIVO AO APRENDIZADO ESCOLAR


Em exemplo de tecnologias no incentivo e auxílio à leitura podemos citar os sites que disponibilizam variada gama de recursos digitais para o processo de ensino-aprendizagem, como sites de trocas de dicas de literatura que oferecem uma maneira diferente de defrontar com o ambiente literário. Em ambiente virtual, utilizando assim uma forma mais dinâmica e interessante, ao explorar esse tipo de ferramenta tecnológica de caráter didático-pedagógico enxerga-se a oportunidade de interação com recursos de leitura além de incentivar o gosto por livros ao diversificar a interatuarão no que se refere à literatura, tema que muitas vezes encontra resistência em sala de aula.
Esse conceito de interatividade, como mais um recurso para a intervenção do aluno no processo de aprendizagem, pode ampliar o mundo do aluno onde sua participação influencia outros alunos e a si mesmo, numa perspectiva de reconstrução e de aprendizagem colaborativa. Porém modernizar a sala de aula não é o mesmo que modernizar o ensino, uma vez que incorporar tecnologias e manter métodos antigos, assim como não se inteirar de conhecimentos sobre essa nova forma de aprender e educar, não vão ter o resultado esperado e nem avançado no desenvolvimento de aprendizagem.
Esse segmento educativo demanda um desenvolvimento metodológico e atenção especial, já que o docente, ao usar tecnologias e mídias, passa a ser orientador e mediador desse processo de construção do conhecimento e não mais o detentor dos saberes. Os recursos tecnológicos propiciam a troca de informações e uma aprendizagem paralela, do professor e do aluno, adicionando recursos auxiliares no desenvolvimento de propostas pedagógicas, a ampliação das habilidades e competências do professor. Assim, é necessário que professores tenham o domínio das tecnologias, compreendam como operá-las no ambiente educacional, utilizem da criatividade e saibam considerar e valorizar o cada um sabe nessa ação coletiva.
Tecnologias interativas permitem a participação, intervenção, multiplicidade de conexões, ou seja, abre um leque de novas possibilidades no que se refere ao processo de aprendizagem. Entre os recursos de incentivo a leitura, por exemplo, pode se encontra formas diversificadas de fazer trocas de conhecimento literário, como indicações de leitura, podendo expandir essa prática para além da sala de aula.
Perante esse vasto universo tecnológico, cada vez imponente no cotidiano, torna-se cada vez mais necessário que as escolas se apropriem desses recursos, dinamizando o processo de aprendizagem, incentivando os professores na busca de formação continuada também voltada para esse aspecto. Sabendo que educação e a comunicação são indissociáveis, o professor deve utilizar de aparatos tecnológicos na escola visando à transformação da informação em conhecimento tornando-se também tutor deixando de ser o ator principal onde alunos, por sua vez, tornam-se não apenas mais ativos, mas também responsáveis pela condução de sua própria aprendizagem. Esse tipo de relação deve ser cada vez mais estimulado, tendo em vista que estamos imersos em um novo paradigma educacional, que exige novas formas de ensinar, assim como, de obter o conhecimento.



Espero que minha dissertação tenha te ajudado!  ;)



quarta-feira, 21 de junho de 2017

Tristeza... tentando entender

Tristeza profunda...
Tentando entender.
E vem, não sei de onde, um aperto que dentro do peito parece nos dilacerar e mostrar toda escuridão possível de um dia ensolarado. Acúmulos de sorrisos forçados, perdas, medos, atenção ridicada, abraços não dados, telefone que não toca, aquele dedo apontado na cara, um olhar desviado, um toque evitado, desprezos de quem deveria nos amar.
Deveria? Não, não foi nos dado o direito de impor o amor como se fosse obrigação de alguém perder seu tempo com a nossa existência, não se cobra o amor, pois ele não é remunerável no seu real significado.
Aquele aperto... Não é por rejeito e sim refutação da verdade, da liberdade, da sinceridade com a nossa simples existência, é falta da busca constante, de conhecimento, entendimento e gratidão mas, só se aprende isso vivendo, sofrendo, experenciando com o outro, com a vida e cada um tem sua vida, singular na escalada da plenitude, o que remete na maneira como se enxerga e enfrenta o desafio de viver. Somos involuntariamente causadores de nossas dores.
Na fuga da escuridão, quando o desespero toma conta, o mínimo de luz vinda de qualquer lugar, pode direcionar o olhar perdido para uma saída que não seja o precipício. Exagero? Não, nunca se deve menosprezar, julgar, medir ou comparar a dor, caráter, atitude, nem mesmo a capacidade do outro, afinal somos aprendizes eternos e a batalha do outro nem sempre é igual a nossa e viver, às vezes, não é tão simples, não está tão fácil para o outro quanto parece estar para nós, além de que, essa atitude reflete apenas nós mesmos e não o outro.
Sejamos doadores do sorriso, do carinho, do toque, da atenção, do olhar... Que possamos, mesmo que por um segundo, ser a luz da escuridão de alguém.





sexta-feira, 2 de junho de 2017

DEUS NÃO ESTÁ MORTO 2 - RESUMO



FILME: DEUS NÃO ESTÁ MORTO 2

RESUMO


O longa-metragem, baseado em fatos reais, conta a história de Grace uma professora que leciona história no ensino médio de uma escola onde são restritos assuntos religiosos e qualquer conduta que gere indução de crenças espirituais. A professora ao responder uma simples pergunta feita por uma de suas alunas, onde é indagada a responder um paralelo entre as abordagens de não violência de Gandhi, Martin Luther King e Jesus, acaba citando um versículo da bíblia e obviamente falando sobre Jesus Cristo em plena sala de aula. Um aluno manda uma mensagem de texto para os pais contanto a situação e dá início a uma perseguição ao direito à religiosidade, sendo acusada pelos pais da aluna Brooke, de ter pregado um sermão e imposto suas crenças aos alunos.
É realizada então, uma reunião com os advogados e os pais da aluna, a professora e seu advogado que foi indicado pelo estado, juntamente com a direção da escola, em busca de uma tentativa de acordo onde a professora tenha que se retratar assumindo que agiu de forma inconcessa e intencional, porém isso não acontece, mesmo diante do aconselhamento de seu advogado. Grace que é cristã, não aceita o acordo, afirmando que não agiu de má fé e que apenas disse a verdade, comparou as citações dos ícones históricos em questão, ao esclarecer a dúvida de sua aluna.  Por insistir em defender o direito de falar abertamente sobre sua crença em não compungir-se, ela é processada com risco de perder seu emprego e o direito de continuar a lecionar. Tudo isso vem de encontro com a vontade do promotor em utilizar o caso de Grace como exemplo na intimidação quanto ao uso de qualquer tipo argumento cristão nas escolas, além de provar que Deus está morto.
Outras histórias acontecem em paralelo durante a trama central, como a do garoto Martin que é repreendido pelo próprio pai ao manifestar seu interesse pela fé e religião, a de Amy uma repórter que vem relutando quanto a sua fé após ter vencido um câncer e a do pastor Dave, que é um dos jurados no julgamento da professora e por ter que fazer as pressas uma cirurgia não participa da decisão do processo e acaba sendo preso por se negar a entregar os sermões que apresenta na sua igreja para serem avaliados pelo governo mais no final da trama.
O julgamento da professora ganha repercussão nacional e ela sofre diante de toda pressão do processo, colocando até sua fé em prova, porém ela recebe apoio de alunos, como também de pessoas que apoiam a religiosidade e eles se manifestam em frente ao tribunal. No decorrer de todo o julgamento, funcionários da escola,  estudiosos de religião que mostram de forma científica a existência de Jesus, são chamados para depor e Grace é aparentemente derrotada com a maioria dos depoimentos, inclusive o de Brooke, que invade o tribunal a fim de defender sua professora, mas apesar de querer ajuda-la, ao responder as questões do promotor, aparentemente apenas complica ainda mais
Tom advogado da professora, que se comove com a situação e disposto a convencer os jurados, faz um emocionante e inesperado interrogatório com Grace, pedindo para que ela seja condenada apesar de ser inocente na tentativa de sensibilizar os jurados baseando-se nas conversas acontecidas na casa de Grace, durante os encontros para a formulação de defesa, onde ela afirma falar com Deus confirmando assim a sua fé. No final, apesar de durante toda a trama parecer que entre os jurados apenas Dave que teve que ser substituído iria colaborar positivamente com o caso, o júri deliberou em favor da professora.

Espero que meu resumo tenha te ajudado! ;)


Título original: God`s Not Dead 2

Título no Brasil: Deus Não Está Morto 2

Gênero: Drama


Duração: 121 min.

Ano: 2016

Direção: Harold Cronk


Produção: Pure Flix Entertainment, Red Entertainment Group 

Distribuição: Pure Flix Entertainment

Roteiro: Cary Solomon / Chuck Konzelman


Elenco: Melissa Joan Hart (Professora Grace Wesley) / Jesse Metcalfe (Advogado Tom Endler) / Robin Givens (Diretora Kinney) / Ray Wise (Pete Kane) / Ernie Hudson (Juiz Stennis) / Hayley Orrantia (Brooke Thawley) / Maria Canals-Barrera (Catherine Thawley) / David A.R. White (Reverendo Dave) / Paul Kwo (Martin Yip) / Benjamin Ochieng (Pastor Jude) / Trisha LaFache (Amy Ryan). 




I hope you enjoy it! :)